E pousa a linda borboleta
tão livre, tão só
nas pétalas de uma violeta
transcorrendo a liberdade
em tácitos gotejos de celestialidade
E cessam suas asas
o som, a canção
seu silêncio me abraça
e brilham meus olhos em sua elegância
coloridos como as casas de minha infância
Mas no ardor da emoção
Aproximo meu rosto
Cãndido ar de minha respiração
Invade o espaço, efêmero lar
Que sua calma criou tão particular
E volta a voar, radiante
tão livre, tão só
Dança no vento, bailante
mas meu olhos, eternamente gratos
hoje já não temem vôos imediatos
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Um comentário:
Hein, ta na hora de atualizar aqui né?
beijos, Helo
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